13/06/2010
Plantando arroz no Japão (1)
Aqui na minha região a maioria dos agricultores planta o arroz entre o fim de abril e meados de maio. Como eu e a Satomi estávamos no Brasil nesse período, acabamos atrasando em um mês o plantio.
Mas não é a primeira vez que isso acontece. Este é o sétimo ano consecutivo que cultivamos arroz. Com atrasos e outras dificuldades – não usamos agrotóxico e nem adubo químico - sempre acabou dando certo e tendo boa colheita. Resistente e produtiva, a planta do arroz é mesmo uma grande dádiva.
Na série “Plantando arroz no Japão” vou contar mais sobre esse cultivo, que também está dentro de um projeto nosso de recuperação e preservação de tanada (arrozais em terraços nas encostas dos morros). Acompanhe!

Eu uso uma antiga plantadeira de mudas que ganhei de
um agricultor vizinho que já se aposentou.

As mudas vão sendo fincadas na lama em fila dupla.
Nos pontos que ficam falhos, a Satomi replanta manualmente.


Nos primeiros anos, plantamos as mudas manualmente levando dias. Agora, com a máquina, o trabalho avança rápido.

Dentro do nosso arrozal sempre tem uma grande diversidade de vida porque não usamos agrotóxicos.Na foto, a perereca ainda está com o rabinho de girino.

Céu azul, começo do verão.
Fotos: Satomi Shimogo©
Mas não é a primeira vez que isso acontece. Este é o sétimo ano consecutivo que cultivamos arroz. Com atrasos e outras dificuldades – não usamos agrotóxico e nem adubo químico - sempre acabou dando certo e tendo boa colheita. Resistente e produtiva, a planta do arroz é mesmo uma grande dádiva.
Na série “Plantando arroz no Japão” vou contar mais sobre esse cultivo, que também está dentro de um projeto nosso de recuperação e preservação de tanada (arrozais em terraços nas encostas dos morros). Acompanhe!

Eu uso uma antiga plantadeira de mudas que ganhei de
um agricultor vizinho que já se aposentou.

As mudas vão sendo fincadas na lama em fila dupla.
Nos pontos que ficam falhos, a Satomi replanta manualmente.


Nos primeiros anos, plantamos as mudas manualmente levando dias. Agora, com a máquina, o trabalho avança rápido.

Dentro do nosso arrozal sempre tem uma grande diversidade de vida porque não usamos agrotóxicos.Na foto, a perereca ainda está com o rabinho de girino.

Céu azul, começo do verão.
Fotos: Satomi Shimogo©


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